MODELO DE GESTÃO
Desde a fundação da Associação decidimos pela Sociocracia como nosso modelo de gestão, o que foi estabelecido em nosso estatuto.
O termo Sociocracia – governança por pares ou colegas – existe desde 1851 mas, em 2015, com o lançamento da Sociocracia 3.0, foi quando ganhou mais forca. Sociocracia 3.0 é uma evolução da proposta inicial, que incorpora conceitos e ensinamentos advindos de Holacracia, Agile, Lean e Comunicação Não Violenta.
- 01. Eficácia
- 02. Empirismo.
- 03. Consentimento
- 04. Melhoria contínua
- 05. Equivalência
- 06. Transparência
- 07. Responsabilidade
O tempo deve ser dedicado apenas àquilo que nos aproxima de nossos objetivos. Devemos procurar soluções que são boas o suficiente por agora, e seguras o suficiente para tentar.
Ao invés de discutirmos hipóteses devemos pautar as evidências. Tudo deve ser testado, experimentado, revisado e avaliado de acordo com a realidade. Desta forma podemos criar uma organização que aprende e que é eficaz e resiliente em momentos de mudança.
Não é preciso que 100% do grupo tenha a mesma posição, mas é preciso que exista coerência e democracia nas deliberações. Diferente do consenso, o consentimento busca por concordância onde não existam objeções válidas.
A evolução é orgânica, portanto, é preciso ter abertura para mudanças. Responder à mudança em pequenos incrementos, construindo e transformando o que já existe, para reduzir o risco e a resistência e para acomodar a constante aprendizagem empírica.
As pessoas afetadas pelas decisões podem influenciá-las e alterá-las com base em argumentos. Afinal, se uma pessoa será afetada, isso significa que ela é a pessoa ideal para ser ouvida sobre aquele assunto. Posição, graduação, função ou papel não têm qualquer influência especial na tomada de decisão.
Todas as informações precisam ser compartilhadas em conjunto, pois só assim é possível que todos sejam aptos a contribuir com as decisões. Deixe toda a informação acessível a qualquer pessoa da organização. A necessidade de sigilo de uma informação requer consentimento.
Uma governança sem chefes só funciona com base na responsabilidade individual. Cada pessoa precisa estar completamente ciente de suas funções para cumprir os próprios acordos e fazer a gestão de si mesma, ao fazer aquilo que foi acordado e ao responder por aquilo que não foi feito.
A Sociocracia é uma das possibilidades para a utilização do conceito de autogestão que junto com a integralidade e o propósito fazem parte dos 3 pilares das organizações Teal, como apresentado no livro Reinventando as Organizações de Frederic Laloux.
Autogestão não é auto direção. As responsabilidades e os acordos são claros, permitindo a distribuição do poder e da autoridade, para que cada integrante da organização possa ter maior autonomia na execução de seus papéis. Em decorrência pode haver maior agilidade, flexibilidade, engajamento, integração e desenvolvimento pessoal melhorando o ambiente de trabalho da organização.

Aline Stival
Associada
Explora formas de apoiar e conectar pessoas, famílias e organizações a experiências de desenvolvimento, a uma atuação no mundo mais relacional e colaborativa, consciente da interdependência entre tudo e todos, e a caminhos concretos de atuação com impacto positivo.
Catalisadora de inovação social a partir da sensibilização e engajamento de pessoas, articulação de times multidisciplinares e da atuação em iniciativas multistakeholders à serviço da construção de uma sociedade mais saudável, que privilegia o bem comum.

Armando Toledo
Cofundador

Bernadette Castilho
Cofundadora

Carol Raposo
Cofundadora

Carol Vermelho
Cofundadora e Representante do Círculo de Integração

Christian Schues
Cofundador

Cristina Cavalcanti
Cofundadora
Há 3 anos lida com impacto ambiental e social. Pares, Associação Parsifal 21, e voluntária na Trê. Possui 20 anos de experiência em empresas nacionais e multinacionais em diversos segmentos da economia – Óleo e Gás, construção, transporte, educação, cosméticos e consultoria. Possui formação em gerenciamento de mudanças em grupos de empresas familiares.

Eduardo Felberg
Cofundador

Guilherme Rodrigues
Cofundador

Juliana Ratton
Associada e Representante do Círculo de Integração
Formada em direito, Juliana atuou por 15 anos como advogada de operações e negociações no escritório Barbosa Mussnich & Aragão Advogados, e como gestora do Jurídico e Compliance da empresa RB Capital. Com facilidade para lidar com pessoas e conflitos, Juliana sempre buscou criar pontes entre equipes, clientes, parceiros e concorrentes. É Coach e Mediadora Organizacional formada pelo Instituto EcoSocial. As duas formações fizeram parte de um processo de transição de carreira, iniciado em 2018. Hoje Juliana atua como Mediadora de Conflitos e Consultora de Desenvolvimento humano e organizacional, com o propósito de apoiar pessoas e organizações a encontrarem o ponto/meio que torne possível viver em autenticidade, realizar escolhas conscientes e estabelecer relações compreensivas.

Kátia Périco
Cofundadora

Lea Kogut
Cofundadora e Representante do Círculo de Integração

Mariana Beckheuser
Cofundadora
Nascida no interior do Paraná, é formada em Comunicação Social – Relações Públicas pela UEL. Desde 2005 atuando na empresa que leva o nome da família, lidera um processo de mudança organizacional com foco no propósito de ajudar a nutrir o mundo promovendo bem-estar animal e humano através do desenvolvimento e industrialização de tecnologia para o manejo na pecuária. Nesse papel de sucessão, busca o equilíbrio entre a valorização do legado e a inovação para o futuro, com olhar sempre do cuidado, respeito e valorização das pessoas. É uma entusiasta da pecuária e do agro sustentável, e da ideia de negócios que unem resultados financeiros à geração de impacto positivo para o mundo. É também co-fundadora da Associação Parsifal21 pela vontade ajudar a fortalecer e multiplicar a visão dos negócios com propósito, a partir do espaço de troca de experiências que inspiram e transformam.

Meiri Inoue
Cofundadora

Rachel Sampaio
Cofundadora

Renata Fabrini
Cofundadora
Acreditamos na força dos negócios como energia propulsora para a criação de uma Sociedade mais saudável e de uma economia próspera, fraterna e associativa.
